Hola VIDA, ¿qué tal?

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Abre tus ojos, mira dentro. ¿Estás satisfecho con la vida que estás viviendo?

Actualmente la gente no vive, sino que llena sus días de compromisos, trabajos, actividades, de todo lo que no es “vida”.

Con tanto que hacer, no hay tiempo para soñar más, aprovechar la luz y apreciar un día más de vida. Todo el mundo trata de realizar algo grande, sin darse cuenta de que la vida se compone de cosas pequeñas.

He aprendido que las cosas más bellas del mundo no se ven ni se tocan, sólo se sienten en el corazón y que uno no puede decir que vivió si no experimentó estos sentimientos.

La vida no se mide por las veces que respiras, sino por aquellos momentos que te dejan sin aliento.

Pero también es verdad que la vida es tan corta y el oficio de vivir tan difícil, que cuando uno empieza a aprenderlo, ya hay que morirse.

Fernanda La Salye

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Os 10 erros mais comuns na hora de cozinhar

Se tudo o que você quer é um estilo de vida saudável e a certeza de que está fazendo o melhor e da maneira correta na hora de cozinhar, confira os 10 erros mais comuns que o site UOL  reuniu e que você deve evitar:

1 Não lavar as mãos antes de começar a cozinhar
Já parou para pensar que na superfície da mão extremamente bem cuidada, macia e sedosa, diversos vírus, bactérias e até coliformes fecais podem estar alojados, sem emitir qualquer sinal de vida? Pois os especialistas garantem que uma das maiores fontes de contaminação para os alimentos são, sim, as mãos de quem cozinha! “Esses microorganismos nocivos que ficam na superfície da pele contaminarão automaticamente alimentos crus ou prontos, bastando o contato com eles. O resultado pode ser uma intoxicação alimentar”, explica a nutricionista Maria Aparecida R. Silveira, coordenadora da área de qualidade alimentar da Controlare Segurança Alimentar.
Para acertar:“Lave as mãos antes de entrar na cozinha, com água e sabão”, indica a médica veterinária Cynthia Rubião, diretora da BioSafe, empresa de consultoria em segurança de alimentos. Simples assim!

2 Deixar a comida esfriar antes de colocar na geladeira
Se você é do tipo que morre de medo de estragar o refrigerador, guardando o feijão quentinho, recém-tirado da mesa, espere até ouvir essa! “Conforme a temperatura do alimento vai baixando, vamos criando condições cada vez mais propícias para a multiplicação das bactérias, dentro do alimento”, afirma Maria Aparecida. Em duas horas, o seu delicioso feijão já terá potencial para se transformar em material extremamente tóxico. “Depois disso, as bactérias chegam a dobrar de número a cada 20 minutos”, complementa o biomédico Roberto Figueiredo, ou Dr. Bactéria.
Para acertar:em vez de cuidar tão bem da geladeira, tenha dó da sua saúde. Mande logo o feijão e tudo o mais que você serviu no almoço direto para o lugar onde eles permanecerão sempre fresquinhos e a salvo dos micro-organismos.

3 Usar colher de pau para mexer os alimentos
A madeira é um material poroso que vai acumulando resíduos dos alimentos em seu interior. Daí, por mais que você lave depois de usar, muitos micro-organismos nocivos não vão sentir nem cosquinha e continuarão bem acomodados ali, comendo o que sobrou nas fissuras e nas lascas. Como se não bastasse, os bichinhos maus ainda se multiplicam! “Esses micro-organismos, com o tempo, começam a migrar para os alimentos”, alerta Cynthia.
Para acertar: pode até doer o coração, mas o certo é jogar a colher, junto com todos os outros utensílios de madeira que você tem em casa, no lixo! “Troque por similares de plástico ou vidro, que podem ser higienizados de maneira mais adequada e não juntam tantos resíduos de alimentos”, ensina Figueiredo.

4 Guardar os enlatados na geladeira, para comer depois
Eis um erro que os especialistas consideram gravíssimo! “Uma vez aberta, a lata já não pode ser vedada da maneira adequada. Com isso, fica muito mais fácil acontecer a contaminação por micro-organismos potencialmente perigosos”, esclarece Cynthia.
Para acertar: felizmente, existe um caminho do meio entre o desperdício e a sua falta de vontade de consumir a lata num só dia. “Basta transferir imediatamente o alimento para um pote plástico ou de vidro, que possa ser fechado”, diz Roberto Figueiredo, biomédico da Microbiotécnica.

5 Cozinhar vegetais em água fria
Um brócolis fresquinho reúne uma porção de propriedades nutricionais interessantes. Porém, ao colocá-lo para cozinhar, boa parte desses compostos ficarão boiando na água, em especial as vitaminas hidrossolúveis e os minerais. O mesmo acontece com a maioria dos vegetais que você não consome crus.
Para acertar:a pior forma de cozinhar os vegetais é mergulhando-os na água fria, esperando até que ela ferva. “Ao colocá-los já na água fervente, o tempo de cocção será menor e a perda de nutrientes, também”, explica nutricionista funcional Fernanda Granja. A melhor solução é cozinhá-los no vapor. “Aproveite a água da cocção para fazer molhos ou regar carnes”, ensina.

6 Usar apenas o azeite de oliva
O azeite de oliva extravirgem tem compostos antioxidantes, gordura monoinsaturada e é fonte de vitamina E. O caso é que boa parte desses benefícios desaparece quando o azeite é aquecido em temperaturas acima de 190oC, o que é comum na preparação de frituras. “Nessas condições, além de perder grande parte das propriedades nutricionais, o azeite pode oxidar, formando compostos que são tóxicos”, alerta Fernanda.
Para acertar: preserve sua saúde e seu orçamento doméstico reservando o azeite de oliva extravirgem, cujo preço é infinitamente superior ao dos óleos vegetais, para preparações frias, refogados e também ensopados. No momento de grelhar e fritar, procure utilizar os óleos de canola ou girassol, que são muito mais recomendados.

7 Tostar a carne ou colocá-la na grelha
“Quando alimentos gordurosos, como as carnes, são expostos a altas temperaturas por um determinado período de tempo, formam-se substâncias tóxicas chamadas de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são absorvidas pela carne. A queima do carvão também pode levar à produção desses compostos, que são carcinogênicos”, explica Cynthia.
Para acertar:quando o pecado da carne for inevitável, prefira um bife ao ponto. “A carne malpassada também apresenta grande risco de contaminação”, alerta Patrícia Nakasone Uchima, da Santa Casa.

8 Quebrar o ovo na pia da cozinha
Que é prático, é. Mas existe um motivo forte para mudar de vez esse hábito. Os ovos podem conter salmonella, uma bactéria que provoca diversas doenças gastrointestinais graves. “Em muitos casos, o alimento contamina a pia e, por contaminação cruzada, atinge outros alimentos”, explica o Dr. Bactéria. O contrário também acontece. Micro-organismos que caminham despreocupados pela sua pia podem decidir, de repente, mergulhar dentro daquela piscina amarela que nós chamamos de gema. E aí… já viu!
Para acertar:antes de usar, lave os ovos um a um com água e detergente neutro. “Depois, use uma colher limpinha para quebrar a casca”, indica Maria Aparecida.

9 Salgar demais
Não é nenhuma novidade o fato de que o sal faz mal à saúde. O que pouca gente sabe é que, sem querer, acaba abusando desse condimento no dia a dia, expondo-se a todos esses riscos. “A Organização Mundial da Saúde recomenda utilizar apenas 2 g de sódio por dia. Só que o brasileiro ingere, em média, entre 8 g e 12 g de sal (uma colher de sopa), o que equivale a 4,5 g de sódio. É mais que o dobro do recomendado!”, informa Patrícia.
Para acertar: “Cozinhe os alimentos sem sal nenhum, só com temperos naturais, como ervas. Depois, adicione uma colher de café (1 g) de sal, direto no prato, no almoço e no jantar”, sugere a nutricionista. Mas só isso não basta. É preciso controlar a ingestão de alimentos prontos e que já vêm de fábrica com uma quantidade enorme de sódio.

10 Abusar do creme de leite
Não dá para negar que ele é capaz de transformar qualquer molhinho borocoxô em uma iguaria dos deuses. O único problema é que o tal creme também multiplica as calorias da sua receita. “O creme de leite é obtido a partir da gordura do leite, que se acumula na superfície, formando aquela camada de nata. Por isso mesmo, ele torna qualquer preparação mais gordurosa e, consequentemente, mais calórica”, avisa Fernanda.
Para acertar: quer salvar seu acompanhamento sem comprometer a saúde? Então use a criatividade. “Substitua o creme de leite pelo leite semi ou desnatado, engrossado com amido de milho”, indica Patrícia. Ou use a versão light do produto. Outra dica: “Adicione o creme ao prato sempre depois que ele estiver pronto, para evitar que ele coalhe e embolote na preparação”, complementa Fernanda.

Por que a pele coça mais no inverno?

Já sentiu sua pele coçando mais quando começa o frio ou muito ressecada, provocando incômodo? Pois é, isso tem explicaçao.

A nossa pele exige cuidados especiais durante todo o ano mas é no inverno que a nossa atenção precisa ser redobrada pois o frio e a baixa umidade do ar provocam ressecamento, que acaba ficando pior por conta dos banhos mais quentes.

Além do ressecamento, aparecem algumas alergias típicas dessa época, geralmente localizadas nas dobras das pernas e dos braços.

Segundo dermatologistas, isso ocorre porque a pele fica sensível aos agentes externos, podendo apresentar manchas, o que torna indispensável a procura de um médico.

Também não é indicado coçar, esfregar muito sabonete e tomar banhos muito quentes pois a mistura do sabonete com a água quente tiram a gordura da pele, aumentando o índice de ressecamento e irritaçao.

A recomendação é tomar banho a uma temperatura no máximo morna (de até 35ºC), nao usar buchas esfoliantes, experimentar sabonetes à base de glicerina e abusar do uso de hidratantes condizentes ao seu tipo de pele.

Fonte:

http://noticias.r7.com/saude/noticias/frio-provoca-feridas-e-secura-na-pele-veja-como-se-cuidar-20110611.html

http://www.saudeemmovimento.com.br/reportagem/noticia_exibe.asp?cod_noticia=1121

Síndrome do Pânico

Tensão muscular, coração disparado, tontura, dificuldade para respirar, calafrios, sensação de que algo horrível está prestes a acontecer, medo de perder o controle, medo de fazer algo errado, medo de morrer, medo…

Essa é a descrição da minha última madrugada ao lado de minha irmã, vítima de Síndrome do Pânico, conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça , sem haver perigo iminente.

Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que ela ocorre com maior frequência em algumas famílias que e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar, como é o caso da minha irmã.

Como muitos, seu corpo desencadeou um desequilíbrio na produção dos neurotransmissores, o que leva  algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos; alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade não existe. É como se ela tivesse um despertador que passa a tocar o alarme em horas totalmente inapropriadas.

Foi horrível vê-la chorando angustiada e com tanto pavor. Por um momento quis ser médica para ter certeza de que qualquer coisa que fizesse por ela, realmente a deixaria bem. Mas foi através de um abraço apertado, de um cafuné e da minha disposição em não deixá-la sozinha, que aos poucos ela foi melhorando.

Incrível como em meio a tantas descobertas que fazemos diariamente, esquecemos que pequenos gestos realmente fazem a diferença.

Presenciar a forma como ela melhorou me fez pensar em todas as pessoas que sofrem da mesma maneira ou que se sentem inseguras, precisando apenas que alguém pare alguns minutos para abraçá-las e dizer que vão conseguir, que está tudo bem e que não há o que temer.

O medo realmente paraliza, mata. Quando não mata o corpo, mata os sonhos, as oportunidades. Tem o poder de neutralizar qualquer possibilidade de ser feliz.

Quando ela conseguiu dormir comecei a pensar se em algum momento eu senti medo a esse ponto de não realizar os meus sonhos, de perder as oportunidades, de não enxergar que não havia o que temer porque Deus estava comigo. Aproveitando, quero abrir um parênteses: algumas pessoas costumam dizer que quem sofre de Síndrome do Pânico tem “falta de Deus”. Só queria lembrá-las que nascer é um risco e que a partir desse momento, somos “potenciais clientes” a obter doenças ou males que não escolhem idade, crença ou religião, ou até mesmo se possuímos um plano de saúde ou grana para o tratamento. Falta de Deus tem aqueles que não se sensibilizam com o sofrimento dos outros. Fecha parênteses. Também refleti no que tenho sido para as pessoas que amo: segurança ou pavor? Incentivo ou trauma? Minhas palavras e atitudes causam marcas. Elas têm sido positivas ou negativas?

Não sei, me resta refletir um pouco mais e mudar naquilo que achar necessário, mas uma coisa eu já posso fazer: não hesitar ou negar aquilo que considero mínimo a alguém, pois atitudes, por menor que sejam, realmente  salvam.